Os resultados vêm provar o que eu e outros investigadores sempre temos vindo a dizer: há que olhar para o futuro e não são para as actuais aplicações das células do cordão umbilical ao pensar na criopreservação.
Estas células não servirão só para tratar síndromes e deficiências ligadas doenças sanguíneas, mas também, para regenerar tecidos e curar diversas patologias e solucionar diferentes situações traumáticas.
Fonte: http://www.cienciapt.net/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=100567&Itemid=340
Oliveira do Bairro, 29 de Abril de 2010.

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